portrait of my mind

segunda-feira, abril 10, 2006

Papel

Papel este, em que escrevo, depositando toda a raiva que sinto por ti.
Papel, inocente e frágil, mas que não discute ou faz frente,
em silêncio, decora palavras, letras... mas um único ponto final,
enquanto as lágrimas teimam em cair.

Em cada lágrima um momento de felicidade, um sorriso, o teu e o meu... o nosso, que guardava, sem querer, num coração com mil e uma divisões, mas apenas uma... Fechada a sete chaves, como se tratasse de uma arca de recordações, que impede-me de viver.

Pondo fim a um passado sem futuro, deixo, hoje,
tudo o que tenho cá dentro!
Parada numa data incerta do passado, em coma existêncial,
é altura de acordar e viver o presente, aproveitando cada segundo...
Começar de novo... Agora! Antes que seja tarde demais.

to someone I only see in my dreams

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